Domingo, Outubro 04, 2009

Henrique António Almeida Morgado

Nasceu: 5 de Junho de 1944
Morreu: 4 de Outubro de 2009



Meu querido irmão mais velho:
Recordar-te-ei SEMPRE.
Descansa em Paz.

Quinta-feira, Agosto 13, 2009

Preguiça


Já devem ter percebido que estou de "férias (preguiçosa)"...



Façam o favor de ser felizes.

Sexta-feira, Julho 17, 2009

Concentração de motas 2009

Quarta-feira, Julho 15, 2009

Faro by Maluda

Biografia
Nasceu na cidade de Pangim, em Goa, no então Estado Português da Índia. Viveu desde 1948 em Lourenço Marques (actual Maputo), onde começou a pintar e onde formou, com mais quatro pintores, o grupo que se intitulou "Os Independentes", que expôs colectivamente em 1961, 1962 e 1963. Em 1963 obteve uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian e viajou para Portugal, onde trabalhou com o mestre Roberto de Araújo em Lisboa. Entre 1964 e 1967 viveu em Paris, bolseira da Gulbenkian. Aí trabalhou na Académie de la Grande Chaumière com os mestres Jean Aujame e Michel Rodde. Foi nessa altura que se interessou pelo retrato e por composições que fazem a síntese da paisagem urbana, com uma paleta de cores muito característica e uma utilização brilhante da luz, que conferem às suas obras uma identidade muito própria e inconfundível.
Em 1969 realizou a sua primeira exposição individual na Galeria do Diário de Notícias, em Lisboa. Em 1973 realizou uma grande exposição individual na Fundação Gulbenkian, que obteve grande sucesso, registando cerca de 15.000 visitantes e lhe deu grande notoriedade a partir de então.
Entre os anos de 1976 e 1978 foi novamente bolseira da Fundação Gulbenkian, estudando em Londres e na Suíça.
A partir de 1978 dedicou-se também à temática das janelas, procurando utilizá-las como metáfora da composição público-privado.
Em 1979 recebeu o Prémio de Pintura da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Nesse ano realizou ainda uma exposição na Fundação Gulbenkian em Paris. A partir de 1985, Maluda foi convidada para fazer várias séries de selos para os CTT. Dois selos da sua autoria ganharam, na World Government Stamp Printers Conference, em Washington, em 1987 e em Périgueux (França), em 1989, o prémio mundial para o melhor selo. Em 1994 recebeu o prestigiado prémio Bordalo Pinheiro, atribuído pela Casa da Imprensa. No âmbito da "Lisboa Capital da Cultura", realizou uma exposição individual no Centro Cultural de Belém em Lisboa.
Em 1998 foi agraciada pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem do Infante D. Henrique, ao mesmo tempo que realizou a sua última exposição individual, "Os selos de Maluda", patrocinada pelos CTT.
Maluda morreu em Lisboa em 1999, aos 64 anos. Em testamento, a artista instituiu o "Prémio Maluda" que, durante alguns anos, foi atribuído pela Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Sábado, Julho 11, 2009

Visita de José Saramago a Castelo Rodrigo

Fotos e texto copiados daqui com a devida vénia





Agora só faltava Castelo Rodrigo. O presidente da câmara municipal de Figueira de Castelo Rodrigo esperava-nos na ponte sobre o Côa, a pouca distância de Cidadelhe. De Castelo Rodrigo eu conservava a imagem de há trinta anos, quando lá fui pela primeira vez, uma vila velha decadente, em que as ruínas já eram só uma ruína de ruínas, como se tudo aquilo estivesse a desfazer-se em pó. Hoje vivem 140 pessoas em Castelo Rodrigo, as ruas estão limpas e transitáveis, foram recuperadas as fachadas e os interiores, e, sobretudo, desapareceu a tristeza de um fim que parecia anunciado. Há que contar com as aldeias históricas, elas estão vivas. Eis a lição desta viagem.
José Saramago


Quinta-feira, Julho 02, 2009

A viagem do Elefante

Blogue de José Saramago
Vale a pena!!!

Segunda-feira, Junho 22, 2009

Comentário acerca do artigo Apesar de Tudo, de MRP

Snail deixou um novo comentário na sua mensagem "Apesar de tudo - Artigo sobre Moçambique":

Também eu voltei a Moçambique, há cerca de um ano. Estive em Maputo, Beira, Nampula, Nacala, Ilha (claro!) e Pemba.Para além da pobreza, que é impossível negar, uma coisa me chocou - mas pela positiva: fiquei espantado como a Educação é tratada nos dias de hoje em Moçambique. Apesar das escolas se apresentarem com difíceis condições estruturais, todos os alunos se apresentam com calças (ou saias) castanhas ou cinzentas e uma blusa branca, impecavelmente limpos e tratam os seus livros com um cuidado excepcional, guardando-os religiosamente na sua mochila ou saco.O exterior das escolas é asseado e limpo, de uma maneira que nos faz inveja quanto a muitas escolas portuguesas.Isto quer dizer que esses pequenos cidadãos de hoje serão os donos de um Moçambique mais evoluido e desenvolvido, para o que se preparam dedicadamente, pois têm a noção exacta de que o futuro se constrói já hoje.Resta-me dizer que não sou moçambicano, pois apenas estive lá de 71 a 74, a cumprir o serviço militar. Mas se me quisessem adoptar, teria o maior orgulho de ser cidadão de um país que trata a educação e o seu futuro desta maneira.